Wednesday, November 04, 2009

BNDES inaugura subsidiária em Londres

Por Nielmar de Oliveira
Repórter da Agência Brasil

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) inaugura hoje (4) uma subsidiária em Londres, no Reino Unido. O evento contará com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na avaliação do BNDES, a chegada do banco a um dos principais centros financeiros do mundo representa mais uma etapa da expansão das atividades da instituição.

Com a subsidiária de Londres, denominada BNDES Limited, o banco de fomento brasileiro, segundo sua assessoria de imprensa, “aumentará a visibilidade junto à comunidade financeira internacional e poderá auxiliar de maneira mais efetiva as empresas brasileiras que estão em processo de internacionalização ou aquelas que buscam oportunidades no mercado internacional”.

O BNDES Limited terá ainda, como atribuição, “fazer a ponte entre investidores internacionais e as grandes oportunidades oferecidas pelo Brasil, que tem grande fronteira de investimentos em infraestrutura, sofisticado setor industrial e de agronegócio, com competitividade única em termos mundiais”.

Além do presidente, estarão presentes à inauguração os ministros Guido Mantega, da Fazenda, Dilma Rousseff, da Casa Civil, Franklin Martins, da Comunicação Social, o secretário-geral das Relações Exteriores, embaixador Antonio Patriota, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho. Entre as autoridasdes britânicas, estarão o primeiro-secretário de Estado, Peter Mandelson, e a ministra das Olimpíadas, Tessa Jowell.

Fundado em 1952, o BNDES é o agente de financiamento de longo prazo do setor produtivo brasileiro e o maior banco de desenvolvimento das Américas. Com ênfase no apoio a projetos de investimento dos setores industrial e de infraestrutura, o BNDES desembolsou, em 2008, R$ 92,2 bilhões (US$ 52,7 bilhões), registrando crescimento de 42% na comparação com o ano anterior.

Em 2009, o banco segue trajetória de aumento nos seus desembolsos, tendo superado a marca de R$ 100 bilhões (US$ 57,1 bilhões) no começo de outubro. Segundo o BNDES, ao final deste ano, as liberações de financiamentos deverão superar R$ 120 bilhões (US$ 68,6 bilhões).

Friday, October 30, 2009

(In)Feliz Halloween

Uma das coisas que lamento não ter feito em Londres foi caçar fantasmas.

Quando chega outubro, dá-se início a um tipo de estação fantasmagórica. São casas, castelos, parque e um tanto de outras coisas com fantasmas envolvidos no meio.

Histórias de gente real, que eu conheci pessoalmente, também instigam a curiosidade para saber até onde tudo aquilo é real ou imaginário.

O site do Guardian, meu jornal favorito lá no Reino Unido, traz um videozinho debochado sobre o assunto.

Monday, October 05, 2009

Royal Observatory completa 125 anos

O Royal Observatory, observatório espacial de Londres, mais especificamente localizado no Greenwich Park, está completando 125 anos.

Esse é um dos meus lugares favoritos em Londres. Não só pelo observatório, mas pela vista que se tem do alto do parque, dos jardins e de toda a vida selvagem ali presente. Isso sem contar que é o marco zero do planeta.

Vejam o vídeo do The Guardian sobre o local.

Thursday, September 10, 2009

Ralé invade cidade de Shakespeare

Sinais dos tempos. A rede inglesa Poundland, que vende tudo a uma libra esterlina (cerca de 3 reais), acaba de inaugurar uma nova loja em Stratford-Avon, a cidade do dramaturgo mais famoso do mundo, Willian Shakespeare.

E daí?

E daí que a cidade é conhecida por suas lojas chiques e caras.

Mas como o Reino Unido não vai lá bem das pernas, é melhor apelar para as bugigangas baratinhas mesmo. Só no ano passado, a rede vendeu 600 milhões de libras. Isso, fazendo uma matemática de padaria, dá a estraordinária soma de 600 milhões de produtos vendidos.

Friday, July 31, 2009

Por que nunca disse adeus?

Já faz três meses que voltei para o Brasl e nuna escrevi um texto de despedida para Londres.

E quer saber... Nunca esreverei.

Tá certo que fiz uma festa de despeida: a Bye Bye London. Foi de arrebentar. Os bons amigos que fiz naquela cidade estavam presentes.

Mas nao é isso que quero falar. Aliás, nã uer falar nada.

Só acho que não dá para dizer adeus a alguém que você vai ver de novo.

Thursday, April 23, 2009

Minha entrevista com John Elkington, um dos caras mais influentes do mundo


Ele é uma das pessoas mais influentes do mundo em assuntos ligados à sustentabilidade. Com dezenas de livros publicados - entre eles o best-seller Green Consumer Guide e Canibais com garfo e faca, além do recente Empreendedores sociais, onde aborda a contribuição de uma nova geração de empresários para o aperfeiçoamento da gestão dos negócios - o sociólogo John Elkington é mais conhecido pela criação da expressão triple bottom line - people, planet, profit, que descreve o tripé da sustentabilidade e permite avaliar o desempenho de uma empresa de acordo com aspectos econômicos, ambientais e sociais.

Mês passado, Elkington lançou o seu mais novo estudo: “The Phoenix Economy” (A economia Fênix, em tradução livre), onde aborda possíveis soluções para as crises que enfrentamos hoje.

Em entrevista exclusiva para o Mercado Ético, o sociólogo inglês fala sobre fraqueza política, aquecimento global, nova ordem, poder dos lobistas, Lula e Berlusconi.

Mercado Ético - Vivemos em um mundo rodeado por crises: ambiental, política, econômica e moral, só para citar algumas delas. Qual é a pior?

John Elkington - A pior crise é a nossa fraqueza política, principalmente em um tempo em que uma série de crises exigem ações mais fortes e imaginativas. Isso é um reflexo do triste fato de que nossa espécie não é muito boa em aprender com os próprios erros e tirar a lição correta da história. A crise econômica de agora era previsível, mas os banqueiros e políticos, entre outros, escolheram ignorar os avisos. Eles dizem que foram pegos de surpresa, quando a verdade é que escolheram por não escutar ou entender o que estava sendo dito.

Esse desafio nos leva a muitos outros, como a tendência demográfica, que parece estar nos levando para um mundo com 9 bilhões de pessoas no meio do século, os níveis de pobreza em todo o mundo, a falência cada vez maior de ecossistemas e a mudança climática.

Clique aqui para ler a entrevista completa (feita por mim, claro).

Thursday, April 16, 2009

A comida mais tradicional inglesa corre risco de desaparecer



Os ingleses andam preocupados com essas regras cada vez mais rigorosas para conter a imigração. E é dessas preocupações que preocupam mesmo um sujeito. Dessas que pegam o cabra pelo estômago.

Imaginem vocês que com toda essa barreira para o imigrante, esse país corre o risco de perder a sua mão-de-obra mais valiosa: o cury chef.

Ok, ok! Cury não é um prato muito inglês, por assim dizer. Mas é sim a comida mais consumida aqui nessa terra. E cá entre nós, é bom mesmo. Na verdade, não gostei muito logo de cara. Mas depois que você se acostuma com o ardido da pimenta, não tem coisa melhor.

Quer dizer. Até tem. Mas só pizza e lasanha... Gnoch também, vai.

* Na foto, um belo cury vegetariano, como não poderia deixar de ser.

Thursday, April 09, 2009

Essa vida de correspondente...

Vida de correspondente é um tanto interessante. Estou gostando muito. Pena que é por tempo limitado, já que tenho data para voltar para o Brasil. É isso mesmo. Estou voltando. Dia 29 aterriso aí na terra tupiniquim.

Vou trabalhar para o Mercado Ético, para quem já estou trabalhando. Posso dizer que esse é o trabalho dos meus sonhos. Vou fazer nessa vida o que eu acho que eu deveria estar fazendo. Estarei, como já estou, envolvido com assuntos de primeiríssima importância para vida de todos nós. Como todos sabem, o Mercado Ético é um site dedicado a assuntos ligados à sustentabilidade.

A nível pessoal, há algo ainda mais importante. O time! Gostemos ou não, trabalho envolve outras pessoas. Pelo menos na maior parte do tempo é assim. E o time com quem vou trabalhar é de primeira. Parodiando o Faustão, tanto no pessoal quanto no profissional.

Ainda não conheci o Ze Maurício, que é o diretor do Mercado Ético. Mas pelo que ouço dele e pelas nossas conversas, o homem é ponta-firme. Com relação à Letícia, sem palavras. Ela é amiga das antigas. Uma pessoa da melhor qualidade. Diria até que da maior qualidade. E foi ela quem me colocou lá dentro.

Primeiro, me convidou para escrever alguma coisa para o site. Depois escrevi mais. Fui escrevendo. Surgiu a chance e ela me deu muita força.

Valeu Lele!

É triste deixar Londres, mas é mais triste ainda não botar o seu potencial para funcionar. E é por isso que estou feliz em voltar.

Mas antes de ir, ainda vou postar uma coisinha aqui e outra ali. Temos pela frente, no mínimo, a maratona de Londres e a minha festa de despedida.

Nos vemos por aqui, ali e em qualquer lugar.

Thursday, April 02, 2009

Cenas do protesto na City of London

Era para rolar no Mercado Ético. Mas não deu.

Então vai aqui no blog o meu video do q rolou na manifestação de ontem, lá na City of London, em frente ao Banco Central do Reino Unido, o Bank of England.

Wednesday, April 01, 2009

Tensão total em Londres


O clima por aqui está tenso por conta desse G20.

O pessoal da City, o centro financeiro daqui, mandou colocar proteções de madeirite na frente de prédios e em volta de alguns monumentos.

Eu também estou numa adrenalina danada. É minha estréia oficial no Mercado Ético. Estamos fazendo um especial do G20, que começa hoje, 1/4, e vai até sexta, 3/4. Prestigie-nos.

* Na foto, pessoal da City prepara proteção em monumentos.

Monday, March 30, 2009

Depois do “Put People First”, vem aí o “G20 Meltdown”


Cerca de 35 mil pessoas protestaram contra o liberalismo econômico na região central de Londres. O “Put People First” (coloque as pessoas em primeiro lugar, em tradução livre), realizado no sábado (28/3), teve como objetivo chamar a atenção da cúpula do G20 para assuntos urgentes, como emprego, justiça social e aquecimento global. Ao contrário do que a polícia esperava, foi tudo muito pacífico.

Mas uma manifestação ainda maior está marcada para o dia da mentira (ou, na Inglaterra, o dia dos tolos): 1° de abril. O “G20 Meltdown” (derretimento do G20, em tradução livre) reunirá militantes de diversas organizações em frente ao Banco da Inglaterra, o Banco Central do Reino Unido.

Para falar sobre o protesto e seus objetivos, o Mercado Ético entrevistou David Louis, como pediu para ser chamado o ativista do movimento Climate Camp. O grupo promove a conscientização ambiental e é uma das principais peças da manifestação do dia 1°.

Ele fala sobre o colapso ambiental, concorda com Lula sobre os brancos serem os culpados pela crise e clama por uma ação rápida dos políticos para com as questões ambientais.

Leia a entrevista completa no Mercado Ético.

Na foto: manifestantes protestam no centro de Londres

Saturday, March 28, 2009

Onda de protestos espera a cúpula do G-20

O encontro dos líderes de governo do G-20, grupo que envolve as maiores economias do mundo, será no dia 2 de abril, na quinta-feira, mas movimentos de protesto já estão se organizando e espalhando a voz.

Hoje mesmo, sábado, dia 28/3, um grupo formado por sindicalistas e Organizações Não-Governamentais vai fazer uma caminhada pela região central de Londres. Ao todo, estima-se que mais de 1.500 pessoas farão parte do movimento, que exigirá melhores trabalhos, um mundo com baixa pegada-ecológica e distribuição mais justa da riqueza.

No dia 1° de abril, dia da mentira, haverá mais manifestações na região de Bank, onde está o Banco Central do Reino Unido.

Eu estarei cobrindo tudo o que envolver o G-20 para o Mercado Ético. Aliás, ontem mesmo fiz uma bela de uma entrevist com um ativista do Climate Change. Tudo será publicado dias antes do G-20, no www.mercadoetico.com.br.

Monday, March 16, 2009

Dormindo no ponto da sustentabilidade



A crise econômica ofuscou, se não apagou completamente, outro tema de igual importância: o aquecimento global. Muito se falou em ação conjunta dos países membros do G-20 para recuperar a economia mundial, mas nada foi abordado sobre investimentos específicos na economia verde.

Ao ser questionado sobre sustentabilidade, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, limitou-se a dizer que os planos de retomada econômica não afetarão em nada as metas ambientais do governo. “Vamos lançar, inclusive, um plano para a troca de geladeiras velhas por novas, com maior capacidade de economizar energia”, declarou.

Será que ele estava de brincadeira?

Só para lembrar, a minha reportagem completa sobre o encontro ministerial do G-20 será publicada em breve, assim espero, no Mercado Ético.

* Na foto, tirada por mim durante o encontro ministerial do G-20, Meirelles e Mantega parecem dormir no ponto, não é?

Sunday, March 15, 2009

Mantega e Meirelles satisfeitos com o G20

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disseram que estão felizes com os resultados do encontro ministerial do G20, realizado neste fim de semana, em Horsham, uma cidadezinha nas proximidades de Londres.

Mas isso não significa que eles estejam satisfeitos com tudo o que ali foi proposto. Mantega me disse que o ponto principal de satisfação foi o fortalecimento do G20. "Tivemos participação real na mesa de discussões. Pudemos colocar nossas idéias para debate. Até mesmo apontamos os Estados Unidos como principais culpados pela crise. E o secretário do tesouro americano (Timothy Geithner) concordou com a gente."

Por outro lado, os brasileiros negaram colocar mais aporte no FMI sem que haja uma reforma de cotas no fundo, ponto que vem sendo exigido pelo BRICs. "Acho que esse depósito tem que ser feito por países que tem muito mais dinheiro do que o Brasil. Nós não vamos colocar dinheiro nenhum no FMI", declarou.

A minha cobertura completa do que rolou no encontro ministerial do G20 será publicada no site Mercado Ético, na segunda-feira.

Saturday, March 14, 2009

Mantega e BRIC apontam propostas para o retomada econômica

Para o ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi positivo o saldo da reunião com representantes do BRIC, realizada nesta sexta-feira, 13/3, durante o econtro ministerial do G20, em Horshan, nas proximidades de Londres. O ministro disse que o grupo está caminhando para alcançar propostas concretas para combater a crise.

Ele contou que fez uma panorâmica da situação presente com seus colegas, tratando de temas como a queda da atividade econômica, principalmente àquelas ligadas ao comércio exterior. Reforçou que os membros do BRIC planejam uma política fiscal mais acentuada, estímulos setoriais, aumento do crédito e defendeu também uma série de projetos sociais, como, por exemplo, maior auxílio aos desempregados.

Outro ponto de importância para Mantega foi o fortalecimento da presença do BRIC no FMI e no G20. “Nós (países do Brics) não faremos nenhum aporte adicional de recursos, como vem sendo pedido, sem que haja uma reforma de cotas no fundo. A mudança está prevista para 2011, mas até lá pode ser tarde demais para tomar algumas ações necessárias hoje. Queremos antecipar isso para, quem sabe, abril. Mas se o status continuar o mesmo, não faremos aporte nenhum”, garantiu.

A necessidade dos Estados Unidos resolverem a crise do país o mais rápido possível também foi destacada. “É consenso entre nós que isso seria bom para toda a economia”, disse.

Com relação à retomada do crédito, Mantega aponta os ativos tóxicos de bancos de países como os Estados Unidos e da União Européia como o principal entrave e sugere: “A resolução desse problema poderia ser feita com a nacionalização dessas instituições, que eu particularmente prefiro, ou pela compra desses ativos. De qualquer forma, a solução deve vir o mais rápido possível.”

Por fim, o ministro enfatizou que o Brasil foi um dos últimos países a ser atingido pela crise e que será um dos primeiros a sair dela. “Vamos crescer em 2009 e estudos já mostram aumento do crédito no Brasil”, continua.

E a tal da sustentabilidade?
Mantega afirma que os planos de retomada não atrapalham em nada as metas de combate ao aquecimento global. Ele inclusive anunciou um plano para a troca de geladeiras velhas por novas, com maior capacidade de economizar energia.

Mas só?

Friday, March 13, 2009

Clima cinza no G20

Até parece que foi combinado. Sexta-feira 13, dia cinza, frio e garoa fina. O cenário não podia refletir melhor o atual clima da economia mundial. E justamente diante desse quadro é que ocorre hoje e amanhã, dias 13 e 14/3, o encontro ministerial do G20, realizado nos arredores de Londres.

Hoje, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, encontra-se com outros representantes do BRIC, grupo que, além do Brasil, reúne a Rússia, Índia e China.

Eu estou aqui no South Lodge Hotel, esse sim um hotel de primeiríssima linha, local do evento, e, mais tarde, quando o ministro se reunir com a imprensa brasileira para falar do encontro, posto mais notícias.

Não deixe de conferir o Mercado Ético, que publicará notícias mais completas do evento.

Thursday, March 12, 2009

Dito e feito

Antes de mais nada, parabéns para mim! Este é o 101° post deste blog, que beira os três anos de existência. Como o texto anterior foi mais sério, não quis confundir meus leitores entre o útil e o fútil.

Útil, por exemplo, é informar em primeiríssima mão, como o fiz quando disse que o pessoal de Brasília preparava secretamente uma visita do príncipe Charles ao Distrito Federal. Leia o Extra! Extra! Príncipe Charles vai a Brasília.

Fútil é se gabar disso.

Representes do G-20 reúnem-se em Londres para tratar da crise

A poucas semanas de mais um encontro do G-20 - grupo que reúne as principais economias do mundo – o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, já estão em Londres. Lá, junto a outros ministros de finanças e presidentes de bancos centrais, os dois vão discutir assuntos ligados à crise financeira mundial. O fórum será realizado amanhã, 13.3, e sábado, 14.3, e terá cobertura do Mercado Ético.

De acordo com a agenda de Mantega e de Meirelles, a sexta-feira será reservada ao Bric, bloco de países em desenvolvimento composto por Brasil, Rússia, Índia e China. No sábado é que os brasileiros vão efetivamente se reunir com os demais participantes.

Em comunicado à Assossiação da Imprensa Estrangeira, o ministro das Finanças do Reino Unido, Alistair Darling, reforçou a necessidade de uma ação conjunta entre os países. Para ele, combater os problemas já existentes não é o suficiente para solucionar a crise. O ministro defende um plano de recuperação que englobe a todos e não ameace o livre comércio.

Darling apontou três grandes objetivos para a reunião: a necessidade de acelerar a demanda e estabilizar o sistema financeiro, a reforma do sistema financeiro global e a reforma de instituições financeiras internacionais. Por fim, ele ressaltou a importância do evento em reerguer a confiança no sistema financeiro mundial e em trabalhar com novos parceiros econômicos.